Rússia bombardeia escola no sudeste da Ucrânia

Ontem (20/3), no 25º dia de guerra, a Rússia bombardeou uma escola que abrigava 400 refugiados na cidade portuária de Mariupol, localizada no sudeste da Ucrânia. Estima-se que essa escola abrigava 400 refugiados. Autoridades ucranianas afirmaram que, além dos refugiados atingidos, civis ficaram presos sob os escombros do bombardeio.

Até o início da guerra, a cidade de Mariupol possuía uma população de 450 mil pessoas. Há algumas cidades, a cidade tem sido bombardeada pela Rússia e seus aliados.

Ontem, Pavlo Kirilenko (governador da região de Donetsk) também acusou a Rússia de “deportar à força mais de 1.000 moradores de Mariupol”. Kirilenko ainda afirmou que soldados russos estabeleceram “campos de filtragem” onde possam “verificar os telefones” dos habitantes de Mariupol. Este procedimento seria feito antes desses moradores terem os seus documentos de identidade confiscados. Em seguida, eles seriam enviados para a Rússia.

De acordo com o governo ucraniano, pelo menos 2.100 pessoas foram mortas em Mariupol desde o início da guerra, em 24 de fevereiro. Tomar esta cidade é estratégico para a Rússia, que conseguiria unir suas tropas localizadas em Donbas (no leste) e na Crimeia e bloquear o acesso da Ucrânia ao Mar de Azov. Hoje (21/3), o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter usado mais um míssil hipersônico contra a Ucrânia no oeste do país, perto das fronteiras com a Romênia.

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